7.8.11

 

 

 

 

 

Começamos a época como acabou a ultima... a levantar um troféu. 

 

 

Vítor Pereira colocou a equipa esperada talvez colocando o Maicon no centro da defesa, deixando Otamnedo no banco. 

 

 

O Jogo começou muito bem para o FC Porto, logo aos 4 minutos depois de uma jogada monumental Rolando fez o primeiro. O golo começou com um calcanhar do Moutinho para o Hulk que de letra faz um cruzamento perfeito para a cabeça do Rolando. Continuávamos nos primeiros 20 minutos criando algumas oportunidades, depois disso baixamos o ritmo do jogo, as muitas bolas paradas e o facto do Vitória apesar de estar a perder estar muito recuado diminui a velocidade do jogo. Eles acabaram por fazer o seu golo de bola parada, nada tinham feito para o justificar. Mas justiça foi feita depois também após uma bola parada, Rolando assumiu o papel de goleador e bisou. 

 

 

A segunda parte continuou igual a primeira, tudo muito lento, O Vitória nada fazia para dar a volta ao resultado e o Porto controlava o jogo. dentro da ultima meia hora entraram os Colombianos Guarin e Falcao e melhoramos um pouco, foi na sequencia de uma boa jogada do Guarin que quase fazíamos o 3º golo. 

 

 

Conclusão: Não foi um grande jogo, o Porto esteve quase sempre em vantagem e controlou o jogo todo.  

Vitória claramente justa! 

 

Destaques Positivos: Fucile, Rolando (obvio pelo 2 golos) e como quase sempre Hulk e Moutinho. Gostei da entrada do Guarin. 

Destaques Negativos: Claramente Varela, esteve muito mal, não acertou uma. 

 

 

Destaque ainda para o Pedro Proença que não assinalou 2 ou 3 penaltis ao nosso favor, um deles um autêntico atropelamento do João Paulo ao Hulk, impossível não ter visto... enfim, o normal.

 

 

Parabéns a toda a equipa e em especial ao Vitor Pereira. Esperemos que seja um bom prenúncio para o resto da época. 

 

 

     

 

 

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link do postPor 100% Dragão, às 23:42 

De Manuel Vila Pouca a 8 de Agosto de 2011 às 09:27
Não foi um Porto brilhante, longe disso e até jogou bem menos que frente ao Lyon, mas foi um vencedor justo e incontestável, frente a um Vitória que deu mais trabalho que na final da Taça de Portugal.
Entrando praticamente a ganhar, golo de Rolando aos 3 minutos, após uma jogada de compêndio, desde o toque de taco de Moutinho, até ao cruzamento de letra de Hulk, o conjunto azul e branco dominou, mas foi lento, pouco dinâmico e nada esclarecido, principalmente no meio-campo, onde Micael voltou ao normal, isto é, a jogar pouco e o ataque não esteve muito melhor.


Com Hulk muito agarrado à linha, Kléber muito preso junto aos centrais e Varela trapalhão, individualista e a nunca encontrar as melhores opções para decidir bem, a equipa portista foi enrolando, dando algum espaço e numa jogada em que houve um conjunto de erros, desde dois jogadores a deixarem o avançado do Vitória centrar, passando pela má abordagem ao lance de Helton e concluindo na falha de marcação de Fucile a Toscano, o Vitória chegou ao empate, que não escandalizava, mas que castigava o deixa andar do F.C.Porto. Reagiu o Campeão, sem muita convicção e sem grande pressão, mas e mais uma vez, Rolando, em lance de bola, colocou novamente a melhor equipa portuguesa em vantagem, vantagem que se aceitava, como se aceitaria o empate ao intervalo.


Na segunda-parte e até às entradas de Falcao e Guarín, foi tudo muito parecido, jogo muito embrulhado, mais posse do F.C.Porto, mais uma posse devagar, devagarinho - não é esta posse que o treinador portista quer, de certeza...-, pouco fluída, sem grande contundência atacante e sem grandes chances de golo. Com a entrada dos colombianos, mesmo que Guarín já mostrasse muito mais futebol que Falcao, ainda muito preso, o conjunto de Vítor Pereira melhorou, começou a ser mais perigoso, mas falta frescura e sem frescura, não há objectividade, tende-se para o individualismo e complica-se, deixando assim passar a oportunidade de matar o jogo.
Embora e é importante dizê-lo, se o árbitro marcasse, como era seu dever, os penaltys que aconteceram na área do Vitória, provavelmente ganhariamos mais fácil e por números mais juntos. Talvez o 3-1 refletisse melhor o que se passou.

Concluindo:
ainda temos muito trabalho, mas também não queremos já estar no topo. A época é longa e daqui para a frente, com a chegada de jogadores que estiveram na final da Copa América, Álvaro e Cebola e mais tempo para melhorar a parte física dos que só começaram a treinar há poucos dias, chegaremos ao nosso melhor, pois qualidade não falta no Dragão.

Notas finais:
1º título de Vítor Pereira; 18ª Supertaça do F.C.Porto, 3ª consecutiva, num domínio absoluto do Dragão, que tem mais vitórias sozinho, que todos os outros juntos; empatamos em títulos com o Benfica... Como? A Taça Eusébio não conta e estamos à frente?
Sobre Proença, poucas palavras: arbitragem miserável, com claro prejuízo do F.C.Porto.

Melhor em campo, do F.C.Porto e para mim, Rolando.
O pior são dois, R.Micael e Varela.

Um abraço

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